Segundo relatos, no dia do crime o atirador chegou à escola pela manhã e cumprimentou todos normalmente. À tarde, por volta das 17h, entrou na direção e efetuou os disparos, acertando as duas mulheres, que trabalhavam na diretoria de ensino. Em seguida, se matou. Na delegacia, testemunhas relataram que João não aceitava ser chefiado por mulheres. O caso foi investigado como feminicídio.
