Com a mudança no texto que havia sido aprovado pelo Congresso, clubes associativos, casos do Flamengo, Fluminense, Corinthians e Palmeiras, terão carga tributária maior que as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), modelo adotado, por exemplo, por Vasco, Botafogo, Cruzeiro e Atlético-MG.
