O estudo contou com 20 homens jovens, com idades entre 18 e 31 anos, que dormiram duas vezes no laboratório do sono da Universidade de Freiburg. Antes do cochilo, eles realizaram testes de memória declarativa, que envolviam lembrar palavras e figuras, e de memória procedural, baseada em uma tarefa motora com sequências de movimentos dos dedos.
