Na avaliação da Auditoria-Fiscal do Trabalho, havia indícios de exploração da condição de vulnerabilidade dos trabalhadores, retenção integral da remuneração e submissão a condições incompatíveis com o trabalho digno.Segundo a fiscalização, os dois trabalhavam como caseiros da propriedade havia cerca de cinco anos e meio. Nesse período, realizavam atividades permanentes de manutenção do sítio, limpeza, roçagem, cuidados com animais e vigilância do local, sem registro em carteira e sem receber salários.
