entenda o que tornou Castro e ex-secretário do Ambiente alvos da Polícia Federal


Na primeira fase da Sem Refino, a PF apontou que, “sob a batuta de Cláudio Castro e mediante suas diretrizes, o Estado do Rio direcionou todos os esforços de sua máquina pública” em favor do conglomerado de Ricardo Magro, controlador do Grupo Refit. O empresário teve a prisão preventiva decretada pelo STF, que autorizou a PF a incluí-lo na Difusão Vermelha da Interpol, uma vez que ele não foi localizado. A última informação que se tem é a de que ele morava em Miami, nos Estados Unidos. A PF o acusa de crimes como sonegação fiscal, gestão fraudulenta, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e conexões com o crime organizado no setor de combustíveis.



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