Ministério da Fazenda atribui aperto no bolso das famílias ao custo do crédito, não ao tamanho da dívida


— Apesar disso, tem um núcleo do endividamento familiar que é menos relevante dentro da carteira, mas que é caro, incomoda o bolso, especialmente o rotativo, que está rodando aí no patamar de quase 436% ao ano. Você tem o cartão parcelado, cheque especial, enfim, todas as modalidades que encareceram junto com ciclo de alta da política monetária — disse



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