Nasci e cresci no Morro da Providência. Quando entrei na faculdade de Arquitetura e Urbanismo, na universidade Santa Úrsula, em 2017, percebi que o meu lugar de fala tinha que virar ferramenta. Eu contava sobre meu território e meus professores me mostraram coletivos que trabalhavam com assistência técnica. Ali entendi que a favela também merece projeto, ventilação, luz e segurança.
