Com o passar do tempo, esses níveis do “hormônio do estresse”, como é conhecido o cortisol, vão voltando à normalidade, mas as atividades das via dopaminérgicas continuam altas, diz Schwartz. Além disso, diz Gomes, o cérebro, quando apaixonado, tem uma redução na atividade do córtex pré-frontal, parte associada ao pensamento crítico: “Isso ajuda a entender por que, na paixão, tendemos a perceber mais os aspectos positivos do outro do que o conjunto completo da relação”.
