Remanescentes da 'família mais incestuosa dos EUA' vivem no meio de lixo e sob risco de desabamento

Os Whittaker são conhecidos como a “família mais incestuosa dos EUA”. O que “restou” deles vive numa propriedade “parada no tempo” em Odd (Virgínia Ocidental, EUA). Depois de muitas intervenções federais, só vivem na casa Betty, de 73 anos, e Larry, de 69.
Em setembro, três membros da família — Ray, de 72 anos, sua irmã Lorene, de 79, e o filho de Lorene, Timmy, de 46 — foram retirados da decadente propriedade pelos serviços de proteção ao idoso. Foi o último movimento de retirada desde que a família ganhou os holofotes graças a um canal no YouTube que documentava como era a vida dos Whittaker. O contato entre eles foi cortado.
A casa ainda atrai visitantes interessados em conhecer o local que viralizou. Jornalistas que revisitaram o local recentemente descobriram uma construção já inclinada, lixo enferrujado e a parte principal da propriedade sob o risco de ceder ao próprio peso. Uma quantidade considerável de restos de comida ressecada atrai muitas moscas e o fogão velho tem vazamento de gás, conforme relatado no “Mirror US”.
Betty Whittaker, de 73 anos, e Larry, de 69
Reprodução/YouTube
Do lado de fora, um galinheiro em ruínas e vários trailers deteriorados compeltam o cenário desolado.
Para Betty e Larry, que passaram a vida inteira em isolamento quase completo, a transformação dramática do anonimato à atenção global e à separação familiar forçada tem sido absolutamente devastadora. A complexa árvore genealógica dos Whittaker abrange mais de um século, começando com a união de dois pares de primos descendentes de irmãos gêmeos idênticos. A situação levou a um quadro de malformações congênitas e deficiências mentais e físicas.
A existência da família, mantida em segredo por tanto tempo, veio à tona em 2020, quando o cineasta Mark Laita publicou um documentário de 12 minutos no seu canal do YouTube, “Soft White Underbelly”. O vídeo chocou o público e rapidamente viralizou.
Membros dos Whittaker
Reprodução/YouTube
Os vídeos do YouTube acumularam dezenas de milhões de visualizações. Em pouco tempo, curiosos começaram a percorrer a estrada de terra da família para observar, filmar ou fotografar. Outros internautas passaram a monetizar a história dos Whittaker com vídeos na rede.
Para um clã que antes se escondia de estranhos, sua varanda se transformou em uma atração turística. As reações on-line oscilaram drasticamente entre fúria e compaixão.



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