Transparência e visibilidade são características do vidro, material de que são feitas as cinco pequenas casas espalhadas pelo Brasil, que vão abrigar 20 aspirantes a vagas do “BBB 26” a partir desta sexta, dia 9. Mas também são substantivos diretamente relacionados a quem topa se submeter à curiosa dinâmica. Ex-participantes do reality show que já passaram pela experiência afirmam: para conquistar a atenção do público e ser escolhido para participar da disputa pelo prêmio milionário, é preciso ser transparente, não tentar forjar um personagem nesses dias de pré-confinamento oficial. Ser um candidato de energia elevada, opinião forte e personalidade engraçada também conta para alcançar visibilidade. Confira as lições que cinco ex-BBBs aprenderam na Casa de Vidro de suas respectivas edições:
Emanuel Milchevski, ‘BBB 9’
“Autenticidade chama mais atenção do que qualquer estratégia ensaiada. Quem se destacou ali entendeu que o público não queria espetáculo artificial, mas conexão. Funcionou ser eu mesmo, conversar olhando no olho, ouvir as pessoas e reagir de forma verdadeira. Psicologicamente, é intenso, qualquer reação vira opinião pública. Exige equilíbrio emocional e autocontrole, pois cada gesto pode definir seu futuro dentro ou fora do programa”.
Emanuel Milchevski na casa de vidro do “BBB 9” e atualmente
Marcelo Franco/Agência O Globo e Reprodução/Instagram
Repórter entra na casa do ‘BBB 26’, mostra decoração, e arranca pista sobre participantes famosos
‘BBB 26’ terá ‘laboratório’, com todos no paredão para o público trocar participantes: ‘É para sacudir o jogo’
Mau Mau, ‘BBB 11’
“Pra mim, a Casa de Vidro foi uma maravilha, não tive do que me queixar. Só energia boa! Está certo que tem que ficar de manhã até a hora de dormir falando com a galera, mas receber o carinho do pessoal me fez passar por tudo de forma mais leve. Tirar a camisa e mostrar o corpo trincado com certeza conta, só não é do meu feitio. Quem está com barriga de chope nem mete essa, pra não passar vergonha”.
Mau Mau na casa de vidro do “BBB 13” e atualmente
Fabiano Rocha/Agência O Globo e Reprodução/Instagram
Daniel Lenhardt, ‘BBB 20’
“O mais difícil pra mim na Casa de Vidro foi dormir. Olhei pra cima, vi aquelas luzes grandes e pensei: ‘Eles não vão desligar’. E não desligaram, nas quatro noites. Eu preciso muito dormir no escuro, foi um desafio acordar 100% renovado. Acho que a energia pessoal também conta muito. Se for uma pessoa mais silenciosa, vai cansar logo, o que não dá! Ali é um esquenta para o ‘BBB’, precisa de uma energia elevada naturalmente. No caso da minha edição, acho que o jogo foi beneficiado com a minha entrada e a da Ivy. Fico muito feliz de ter ajudado as mulheres”.
Daniel Lenhardt na casa de vidro do ‘BBB 20’
TV Globo/Divulgação
Larissa Tomásia, ‘BBB 22’
“As pessoas curtem uma presença engraçada, de opinião forte. O mais importante é saber se comunicar com o público, que gosta de se sentir parte da dinâmica. Não há possibilidade de pensar em cansaço, é tudo ou nada! O jogo começa no momento que você topa participar da dinâmica da Casa de Vidro, que é uma grande vitrine. É focar e fazer acontecer. Milhões de pessoas aguardam por essa oportunidade e não conseguem. Então, se estiver lá, aproveite!”.
Larissa e Gustavo entraram com o “BBB 22” em andamento, por uma Casa de Vidro: o público tinha que escolher se eles deveriam ou não entrar
Reprodução
Paula Freitas, ‘BBB 23’
“A Casa de Vidro é um holofote que amplifica tudo. Se você tenta virar um personagem ali, isso aparece rápido. O que chama atenção das pessoas não é gritar mais. É conversar, contar histórias da sua vida, citar famosos que você ama. O cansaço mental é o mais difícil de superar. Você fica exposto, com muito barulho, quase sem dormir e sabendo que qualquer reação pode ser mal interpretada. É você sustentando quem é, mesmo vulnerável ou emocionalmente no limite”.
Paula Freitas entrou no “BBB 23” pela casa de vidro
Rebecca Maria/Agência O Globo
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Ex-BBBs de casas de vidro dão dicas aos participantes do 'BBB 26': 'Energia elevada' ou mostrar o tanquinho
