Munição sai dos estoques das polícias e até do Exército para abastecer  o ‘bunker’ do CV no Rio


A maior parte da munição apreendida pertencia ao lote BRR52, adquirido pelo Fundo de Segurança Pública de Mato Grosso, mecanismo utilizado pelo governo estadual para equipar suas forças policiais. Ao todo, 459 projéteis traziam essa marcação, sendo 427 de calibre 5,56 e 32 de 7,62. Outros 47 cartuchos faziam parte do lote BJK88, destinado à Polícia Militar do Rio. Já quatro projéteis integravam o lote BIZ91, comprado pelo Exército em 2007 e que já havia aparecido em episódios anteriores de violência: munição com essa mesma identificação foi recolhida em cenas da maior chacina do estado de São Paulo, em 2015, quando 23 pessoas foram assassinadas em Osasco, Barueri, Itapevi e Carapicuíba. Por fim, os 63 cartuchos marcados com a sequência AND18 haviam sido adquiridos pelo Fundo Constitucional do Distrito Federal (DF), utilizado para o aparelhamento das corporações locais.



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