Agora, o casal, voluntários da Sociedade Americana de Câncer, contam sua história, defendendo os exames de rotina. Penny, por exemplo, acredita que a mamografia salvou sua vida: “Eles encontraram meu câncer no início, mas ele estava muito ‘infiltrado’. Se chegasse a um ponto que eu o sentisse sozinha, seria tarde demais”.
