A dificuldade de venda no Brasil foi tamanha que, segundo Marco, a edição pirata chegou a custar mais caro que a original. Outro ponto que encareceu a versão “alternativa”, diz ele, foi que: “a gente trabalhou com CD de formato misto. Ele tinha a primeira faixa, digital, que tinha os arquivos do jogo em si e, nas outras faixas, a trilha sonora. Então, para piratear, você tinha que copiar todo o CD”, o que ia contra a norma da época, em que um disco pirata continha diversos jogos diferentes.
