Um iraniano ferido permaneceu deitado entre mortos no centro de medicina-legal de Kahrizak (província de Teerã, Irã), fingindo-se de morto por três dias, com medo de que, se fosse descoberto, autoridades do regime teocrático do aiatolá Ali Khamenei o executassem com um “tiro de misericórdia”, informou o Centro de Documentação de Direitos Humanos do Irã (IHRDC) nesta quarta-feira (21/1). O homem teria sido ferido na onda de repressão aos protestos populares que varreram o país nas últimas semanas.
