— Temos aqui um dos casos mais clássicos desse desrespeito das empresas de ônibus com a população carioca. Dos duzentos e tantos ônibus que tinham que estar circulando ontem, havia 17, 20 ônibus rodando. Ou seja, a população abandonada. Demos todos os prazos possíveis e eles simplesmente não vistoriaram os ônibus, algo absolutamente normal numa concessão de transporte público — afirmou Paes, acompanhado do vice-prefeito Eduardo Cavaliere e da secretária municipal de Transportes, Maína Celidonio.
