— A gastronomia japonesa sempre esteve presente na minha vida. Desde pequeno, em casa, nas reuniões de família. Não sou chef, longe disso, mas sei fazer algumas coisas simples e tenho meus pratos do coração: sushi, sashimi, ramem é uma comida que carrega afeto, memória e respeito. Tenho me preparado bastante. Estou estudando, conversando com especialistas, aprendendo termos, técnicas, histórias. Não para virar chef, mas para respeitar o trabalho de quem está ali competindo e conseguir conduzir o programa com verdade e sensibilidade.
