Com a decisão, a empresa se soma à Ticket, VR e Pluxee (ex-Sodexo), outras gigantes do setor, que também foram à Justiça para tentar barrar os efeitos do decreto n.º 12.712, de 2025. Juntas, as empresas detêm 80% do mercado de benefícios corporativos. As decisões obtidas pelas quatro companhias tem caráter provisório, e o governo ainda pode recorrer.
