Jornalistas Julia Duailibi e Octavio Guedes alertam para risco de intimidação à imprensa; caso tramita no inquérito das Fake News.
A operação da Polícia Federal deflagrada nesta terça-feira (17/02/2026) para apurar supostos vazamentos de dados fiscais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares gerou reação imediata na GloboNews. Durante análise ao vivo, os jornalistas Julia Duailibi e Octavio Guedes externaram preocupação com possíveis desdobramentos da investigação sobre o trabalho da imprensa.
Duailibi destacou que há leitura segundo a qual a movimentação poderia se assemelhar a casos anteriores de apuração de vazamentos para veículos de comunicação, como ocorreu com a revista Crusoé. Embora defenda que eventuais crimes na Receita Federal devam ser investigados, ela alertou: “Isso não sirva como um instrumento de intimidação no trabalho da imprensa”.
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Guedes avaliou que a Receita já conduzia procedimento interno para apurar acesso indevido antes da atuação judicial. Ele chamou atenção para o fato de o caso estar inserido no inquérito das Fake News, aberto em 2019 para investigar ataques contra ministros do STF e que permanece em aberto por tempo indeterminado, sendo usado como base para novas frentes investigativas.
Os jornalistas observaram diferença de postura entre a atual chefia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e gestões anteriores. Guedes mencionou que o atual procurador-geral, Paulo Gonet, é visto como alinhado a setores do Supremo, em contraste com Raquel Dodge e Augusto Aras, que se posicionaram contra o inquérito das Fake News.
Segundo informações divulgadas pela Corte, são investigados servidores da Receita Federal ou cedidos por outros órgãos, suspeitos de acesso indevido a dados fiscais de familiares de ministros. A apuração tramita sob sigilo e envolve possível conexão com autoridades com prerrogativa de foro. A Receita encaminhou informações diretamente ao STF, no âmbito de investigação já existente, sem abertura autônoma de procedimento no Ministério Público.
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