Para fazer do sonho realidade, Alycia não terá que superar apenas seus próprios limites: a luta extrapola os tatames e invade a área jurídica. Nos tribunais, ela tenta voltar a ter seu tratamento custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento tem valor estimado de R$ 20 mil a R$ 30 mil por mês, inviável para a família, sustentada pela mãe, professora; pelo padrasto, servidor público; e pela tia, auxiliar administrativa. Desde meados de 2025, quando o fornecimento foi interrompido, eles travam uma batalha para fazer ser cumprida uma decisão judicial que obriga a prefeitura do Rio e o governo do estado a ofertar o remédio. E, assim, devolver qualidade de vida a Alycia, permitindo que ela continue perseguindo medalhas. E, quem sabe, se formar em Medicina Veterinária, outro projeto.
