“Fazendo uma reflexão depois do que aconteceu, vi que me descolei da realidade. Eu estava flutuando, em outro mundo, me senti abençoado (…). Quando eu paro perto do isopor do vendedor (de cerveja), peço e vejo alguém do outro lado da calçada vendendo bandeira, chifrinho… Então fui até lá. Passou um tempo, o cara foi levar a cerveja pra mim. Quando eu peguei, senti ela cheia, gelada, mas estava aberta. E aí que está o negócio. Eu estava num êxtase tão grande que nem parei pra pensar no que poderia acontecer. Normalmente, a gente rebate a cerveja aberta. Nunca me passou pela cabeça que poderia acontecer algo ruim comigo. E não reclamei”.
