'Nova Einstein' recusou oferta de trabalho de Bezos: 'Não quero deixar bilionários ainda mais ricos'

Sabrina Gonzalez Pasterski, de 32 anos, construiu o seu próprio avião aos 16, aprendendo conceitos complexos de aprendendo aerodinâmica e física. Entre outros feitos, ela é conhecida por ter rejeitado uma oferta de emprego feita por Jeff Bezos. O magnata americano, dono da Amazon e da Blue Origin, sua empresa de lançamento espacial, um um “não” sem cerimônia.
“Não quero deixar bilionários ainda mais ricos. Quero entender como o universo funciona”, disse Sabrina, conhecida como a “nova Einstein”.
O título, aliás, causa desconforto a ela, nascida em Chicago (Illinois, EUA) e com ascendência cubana e polonesa.
“Quando a Universidade de Harvard me chamou de ‘a próxima Einstein’, expressei minha rejeição a esse título, afirmando: ‘Sou apenas uma estudante de pós-graduação. Tenho muito a aprender’. Não mereço essa atenção”, argumentou ela.
Apesar de ser um prodígio, Sabrina foi rejeitada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), convenceu a famosa instituição de ensino a aceitá-la mesmo assim, formou-se em primeiro lugar na sua turma de Física e foi estudar em Harvard, onde fez doutorado sob supervisão de Andrew Strominger, um dos maiores representantes da holografia celeste.
Pasterski está trabalhando em problemas que Einstein não conseguiu explicar completamente.
Aos 16 anos, Sabrina Gonzalez Pasterski pilotou o avião que ela mesma construiu
Reprodução/YouTube
Ousadia? Parece que não. Aos 16 anos, Sabrina pilotou o avião que construiu sozinha no Canadá, sem instrutor ou rede de segurança.
“Acreditar não faz aviões voarem. A física, sim”, declarou.
Foi exatamente o vídeo do avião que fez o MIT mudar de ideia sobre ela. E evitar um fiasco.
Agora ela se especializa em gravidade quântica, buracos negros e a estrutura do espaço-tempo.
Stephen Hawking citou o trabalho de Sabrina sobre “efeito de memória de spin”, e Bezos a convidou para a Blue Origin, conto reportagem no “Daily Mirror”.
A cientista também esnobou um convite da Brown University de US$ 1,1 milhão (R$ 5,5 milhões) para se juntar à equipe das mais brilhantes mentes da ciência e propostas do Google e da própria Amazon, de Bezos.
Sabrina preferiu ingressar no Instituto Perimeter de Física Teórica, onde trabalha atualmente. Desde 2021, ela lidera a Iniciativa de Holografia Celestial, que codifica o universo como um holograma como parte de um projeto que “une nossa compreensão do espaço-tempo à teoria quântica”.
“A holografia celestial consiste em duas palavras: celestial e holografia. Celestial significa literalmente olhar para o céu noturno para entender como codificar o universo físico como um holograma”, explicou.
Se isso parece muito complexo para você, não se preocupe: Pasterski também tem um canal no YouTube, PhysicsGirl, onde explica de uma forma mais acessível as suas pesquisas.



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