Othon Bastos decidiu criar o espetáculo há dois anos e convocou o dramaturgo e diretor Flávio Marinho para construir a biografia. O resultado, ainda que nas entrelinhas, é uma ode à preservação minuciosa da memória. “Tem-se que viver, mas mantendo a lembrança de tudo o que já foi feito”, contou, numa entrevista recente ao GLOBO.
