Justiça determina soltura de ex-auditor preso na operação que atingiu Ultrafarma e Fast Shop


Segundo as investigações, o fiscal manipulava processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários às empresas. Em contrapartida, recebia pagamentos mensais de propina por meio de uma empresa registrada em nome de sua mãe, Kimio Mizukami da Silva, professora aposentada de 73 anos. Constatou-se que o fiscal já recebeu, até o momento da operação, mais de R$ 1 bilhão em propina.



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