A estreia em longas metragens acontece com “A construção da morte” (1969), mas seria com “Iracema”, misto de ficção e documentário que foi perseguido pelo governo militar, que o cineasta escreveu seu nome no audiovisual nacional. Nos anos seguintes, dirigiu “Gitirana” (1976) e “Diamante bruto” (1977), além de escrever roteiros para renomados cineastas, como Hector Babenco (“O rei da noite”, de 1975), Geraldo Sarno (“Coronel Delmiro Gouveia”, de 1977) e Ruy Guerra (“Ópera do malandro”, de 1985).
