Desde muito cedo, Piatã via seu avô, Muruá, conversar com o vento, as nuvens, a chuva, o Sol, a Lua, as estrelas e tudo o que governava o tempo. O pequeno indígena não compreendia aquelas palavras sussurradas para o céu. Escondido entre as árvores, observava em silêncio cada gesto do velho pajé.
