“Já fico imaginando como deve ser estar ali no meio, sentindo aquela vibração toda. Quem sabe um dia, né? Ia ser uma honra. A energia da bateria mexe demais comigo. A animação do público nesse período é única, contagiante mesmo, você sente de longe. É uma festa que bate no peito diferente. E ver as histórias ganhando vida na avenida, daquele jeito grandioso, é muito emocionante”.
