— O Brasil se consolidou como referência, mas esse protagonismo não é linear, vem em ondas. Em momentos de maior visibilidade internacional (como em Copas do Mundo, eventos culturais, as conquistas no cinema), esse interesse se intensifica. O imaginário tropical volta com força: verde e amarelo, sensualidade, corpo à mostra, uma certa ideia de liberdade — afirma Adriana. — Nos últimos 20 anos, os biquínis ficaram mais cavados, mais ousados, mais criativos. Na Espanha, o modelo de calcinha de biquíni mais cavado (sem ser fio dental) é chamado de “brasileña”, que não deixa dúvidas sobre a origem da referência — conta.
