Apesar do avanço, a distribuição por áreas ainda revela desigualdades. Elas predominam em carreiras ligadas à seguridade social e saúde, onde representam 72,7% dos aprovados, além de cultura e educação (56,1%). Já em áreas como engenharia e arquitetura, a participação feminina é de 25,8%, enquanto em ciência e tecnologia chega a 28,4%. No campo do desenvolvimento socioeconômico, elas são apenas 18,9%.
