Confira a lista dos imóveis que o GDF vai usar para salvar o BRB


Centro Administrativo de Taguatinga (Centrad), espaço projetado para reunir diversas secratarias do governo do Distrito Federal em um mesmo local, segue abandonado desde o dia da sua inauguração. |Sérgio Lima/Poder360 -19.abr.2024

 

Projeto enviado à CLDF oferece Centrad e outros bens como garantia para recompor patrimônio; plano visa empréstimo junto ao FGC.

O Governo do Distrito Federal (GDF) enviou à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), na noite desta sexta-feira (20/02/2026), projeto de lei para capitalizar o Banco de Brasília (BRB) oferecendo 12 imóveis públicos em operações da instituição financeira. O texto autoriza medidas para recompor, reforçar ou ampliar o patrimônio líquido e capital social do banco, após determinação do Banco Central para provisionamento de R$ 2,6 bilhões.

Os imóveis listados em três anexos incluem o Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad), em Taguatinga, conhecido como “elefante branco” e fechado desde sua inauguração em 2014, com custo superior a R$ 1 bilhão. Também constam endereços no Lago Sul, Asa Norte, SIA, Guará, Santa Bárbara, Papuda e outros setores.

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A lista completa inclui:

  • Setor de Áreas Isoladas Norte – SAI/NORTE (destinado à PMDF);
  • Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01 – Taguatinga;
  • Setor de Indústria e Abastecimento – SIA, Área de Serviço Público Lote I;
  • Parque do Guará, Área 29 e 30;
  • SIA, Quadra 04, diversos lotes;
  • Setor de Múltiplas Atividades Sul – SMAS Trecho 3 Lote 8;
  • Setor de Área Isoladas Norte – SAIN DEST CEB, Asa Norte;
  • Setor de Habitações Individuais Sul – SHIS QL 9 Lote B, Lago Sul;
  • Áreas Isoladas Santa Bárbara, Lote 2 e Áreas Isoladas da Papuda, Lotes 1 e 2;
  • SIA/SUL, Área de Serviços Públicos, Lote B – Guará.

Segundo o GDF, o mais provável é que esses bens sejam usados como garantia para obtenção de empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), conforme plano de recomposição apresentado ao Banco Central. O projeto autoriza:

  • Integralização de capital social, aportes patrimoniais e outras formas de reforço, inclusive com bens móveis ou imóveis;
  • Alienação prévia de bens públicos, com destinação do produto da venda ao reforço patrimonial do BRB;
  • Outras medidas juridicamente admitidas que atendam às normas do Sistema Financeiro Nacional.

A medida surge em meio às investigações do escândalo Master-BRB e busca estabilizar a instituição financeira pública do DF.

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