A duplicação do trecho de 20km da rodovia BR-493, entre Magé e Manilha, na Região Metropolitana do Rio, inclui um desafio extra: conciliar as obras de ampliação com um extenso planejamento ambiental, que envolve monitoramento de fauna, preservação de recursos hídricos, educação ambiental para moradores e trabalhadores, além do acompanhamento arqueológico permanente. A estrada — que em outros tempos já foi conhecida como a “rodovia da morte” — é vizinha da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapi-Mirim.
