Lembro do início da campanha do tetra, na Granja Comary, em maio de 1994. Os jornalistas me provocavam muito. Com os dois gols contra o Uruguai, no último jogo classificatório, eu era visto como o “salvador” da seleção. Pressão f@da! Mas assumi esse compromisso e fui além: “A responsabilidade não me assusta. Vim para ser campeão do mundo”, falava nas coletivas de imprensa.
