Shelby precisou se aceitar e começar a aprender a viver sem a visão de um olho. Tarefas cotidianas que antes eram tão simples, como dirigir, de repente exigiram paciência e reaprendizado. Sem um olho, a pessoa perde a percepção de profundidade, complicando atividades como subir e descer escadas e calcular a distância ao passar por meios-fios, e tem redução de cerca de 25% do campo visual, especialmente na área periférica do lado do olho afetado, facilitando colisões com objetos, pessoas ou obstáculos, além da possibilidade de sofrer tontura.
