De acordo com o delegado Marcos Buss, titular da DDEF, Michele tem 17 passagens pela polícia. Ela, que é a principal investigada, teria construído uma falsa imagem de credibilidade para conquistar a confiança da vítima, um antiquário. De acordo com as apurações, a mulher fazia promessas de negócios lucrativos para induzir o homem a realizar pagamentos antecipados e adiantamentos financeiros. A vítima, ainda conforme Buss, entregou quatro obras de arte avaliadas em R$ 10 milhões para Michelle.
