“Quero começar dizendo algo que talvez muita gente não espere ouvir de mim: entendo quem me rejeitou, quem me criticou. Entendo quem me julgou dentro da casa. Entendo quem me julgou fora dela também. Porque ninguém acorda de manhã escolhendo viver na dor, no medo ou na intolerância. Todos nós vivemos dentro do mundo que aprendemos a enxergar. Repetimos comportamentos, crenças e padrões que, muitas vezes, machucam… Mas que foram ensinados como “normais”. E quando alguém aparece tentando viver diferente, isso incomoda”, começou.
