Todos nós, autores do estudo, integramos redes científicas como o INCT-SinBiAm, o CAPACREAM, e a Rede Amazônia Oriental (AmOr), iniciativas que integram diferentes projetos, instituições e setores da sociedade para a produção e integração de dados, formação de pesquisadores e geração de conhecimentos para informar a recuperação e conservação da Amazônia.
