“A gente sentou em uma mesa no pátio do clube. A gerente chegou, desmistificou o que seria oneração, que a questão financeira do Flamengo não era uma problemática. Mas que a questão era de acessibilidade e a reunião que teve com o presidente, (do Bap) falar que não quer nenhuma modalidade do Flamengo com pessoa com deficiência”, afirmou Gessyca Guerra à ESPN. “Ele (Bap) cortou nossos sonhos, processos e objetivos sem ao menos olhar pra gente, ter a hombridade de falar para a gente. Para mim, isso não é gestão, é exclusão”.
