Logo ao chegar à capital pernambucana, Jendal se instala em um hotel da cidade e faz exigências à equipe do local. Acostumado aos privilégios da realeza, ele solicita a suíte presidencial, quartos para seus seguranças e atendimento exclusivo durante toda a estadia. A postura impositiva do rei chama a atenção dos funcionários, especialmente quando ele ordena que sua bagagem seja levada imediatamente e faz uma série de solicitações pouco comuns aos padrões do hotel. Diante da desconfiança do recepcionista, que questiona a disponibilidade das acomodações e a capacidade de pagamento do grupo, Jendal abre uma mala repleta de dinheiro e exibe uma grande quantia em espécie. Surpreso, o funcionário recua imediatamente, autoriza a hospedagem e providencia o atendimento solicitado.
