“A convivência com meu pai, Manoel Carlos, nos anos em que o Parkinson avançava, foi ao mesmo tempo afetuosa e dolorosa. Preservar a dignidade dele era minha prioridade. Encontrei paz na convicção de que fiz tudo ao meu alcance para confortá-lo. Exigiu adaptação, vigilância e decisões constantes, e me ensinou o que significa cuidar de alguém com responsabilidade”, iniciou ela, em depoimento à “Veja”.
