Há um incômodo do governo com os estados e uma expectativa de maior proatividade, especialmente porque, com o Propag, o programa de renegociação de dívidas desses entes com a União, a situação de caixa deles nesse ano está bem mais confortável. Do lado dos governos locais, porém, há um certo trauma com o que aconteceu em 2022, quando foram forçados a reduzir o ICMS sem contrapartidas. A leitura é que a medida foi cara e depois de alguns meses os postos recompuseram margens de lucro, elevando o preço, tornando a medida com impacto efetivo bem menor do que a redução de imposto efetivamente permitiria.
