Os novos depoimentos reforçam o padrão de comportamento do agressor, que aproveitou momentos de atividades físicas para isolar as meninas. No caso da vítima de 8 anos, a mãe relatou que o abuso ocorreu sob o pretexto de “auxílio” em um exercício, momento em que o professor tocou as partes íntimas da criança por dentro da roupa. Mais uma vez, surgiu o relato de que Guilherme utilizava o celular com o flash ligado, sugerindo que as ações eram filmadas.
