Malhação: calças legging estão com os dias contados?

Nos últimos 20 anos, ela reinou. Mas, se depender de grande parte da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010), a calça legging nas academias parece estar com os dias contados.
Em vez de suar em roupas coladas ao corpo, os frequentadores assíduos de academia da geração Z agora preferem calças de moletom ou shorts folgados para se exercitar, de acordo com um relatório recente da Edited, um grupo de análise de varejo.
Mas a repentina aversão dos jovens às leggings — uma peça favorita da moda millennial — tem menos a ver com estilo e mais com problemas de autoimagem.
“Eu me sinto tão envergonhada e insegura usando leggings”, confessou uma jovem preocupada com o corpo em um vídeo que viralizou. “Eu odeio como elas me vestem, como ficam apertadas e dá para ver a estrutura das minhas pernas”, emendou.
Mulheres se exercitam com calça legging
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Mulher se exercita com calça legging em academia
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Os comentários negativos pipocam:
“Leggings são tão desconfortáveis.”
“Eu odeio leggings.”
“É dismorfia corporal.”
A aversão à peça colada no corpo se reflete nas vendas e nas buscas online. Pesquisadores da Edited descobriram que o interesse do consumidor por leggings despencou de 46,9% para 38,7% desde 2022.
De acordo com a pesquisa, foi observado que “58% das buscas (por peças mais folgadas) são feitas por pessoas entre 18 e 24 anos, com imagens populares mostrando calças de moletom largas e camisetas de corte reto”.
Modelo de calça cada vez mais preferido por integrantes da geração Z
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Especialistas atribuem a crescente preferência por calças leves e mais folgadas à preferência da geração Z por conforto em vez de compressão, bem como à influência de ícones de roupas largas como a cantora Billie Eilish e a atriz Zendaya.
Devido à queda na demanda, marcas esportivas renomadas como Nike e Adidas “reduziram o investimento em leggings” este ano, contou reportagem no “NY Post”.



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