“Os riscos para as perspectivas econômicas intensificaram-se na direção negativa. Caso a guerra no Oriente Médio se prolongue ou se expanda pela região, as disrupções nos mercados de energia tenderão a persistir, com efeitos secundários sobre outras cadeias de suprimentos relevantes, como fertilizantes e alimentos, além de impactos adversos sobre a inflação e as condições financeiras”, declarou o ministro em documento enviado ao Comitê Monetário e Financeiro Internacional.
