O pênalti é a hora dos grandes


Na final de 94, contra a Itália, no Tetra, foi assim. Eu nunca tinha treinado pênalti, mas tinha a consciência de que eu era um dos grandes da Seleção. E aquela era a hora dos grandes virarem gigantes. Na beira do gramado, Parreira fazia a lista dos batedores e olhou pra mim. Indiquei com o polegar que eu bateria. Márcio Santos foi o primeiro, mas Pagliuca defendeu. Chegou a minha vez. Encarei o goleiro, tomei distância e bati alto, no canto direito. A bola raspou a trave e entrou. Tava lá o gol e o resto é história.



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