“Meu pai. Tenho muito medo de esquecer. Eu estava vendo uma atriz falando da morte precoce, de você perder alguém muito cedo, que o tempo é aliado e inimigo. Ao mesmo tempo em que ele ajuda a cicatrizar a ferida, a gente vai aprendendo a lidar com essa dor, (as lembranças) vão se tornando uma névoa distante, uma névoa”, disse Giulia para a mãe, Flávia, no podcast.
