O perito criminal Luiz Carlos Leal Prestes afirmou que a hipótese de acidente doméstico para explicar a morte de Henry Borel está “totalmente descartada”. Ao detalhar os laudos técnicos do caso aos jurados, Prestes, que atua como testemunha do testemunha do Ministério Público, afirmou que a quantidade e a distribuição das lesões no corpo da criança são incompatíveis com uma queda comum dentro de casa e que o menino tinha “sinais de espancamento”. Ele considera, ainda, que Henry tenha tido uma “morte lenta” e que “sofreu por muito tempo até sucumbir”.
