PM é preso após matar jovem em briga em boate na Barra; suspeito indica que agiu em legítima defesa

Principal suspeito de ter atirado e matado um homem durante uma discussão por causa do camarote de um bar na Barra da Tijuca , na Zona Sudoeste do Rio, o terceiro-sargento Milton Lopes dos Santos, lotado no 31º BPM (Recreio), se apresentou na tarde desta terça-feira na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Segundo a Polícia Civil, o agente confessou que atirou contra a vítima. Na versão sustentada por ele, o disparo teria sido feito porque Ryan Victor Araújo dos Santos, de 28 anos, partiu para cima dele com uma garrafa de vidro na mão. As informações foram dadas pelo G1.
— Ele confessou ter atirado. Foi resultado de uma briga generalizada no bar. A ideia dele, segundo o que costa nos autos, é que ele foi ajudar a segurança do bar a evitar essa confusão e no momento que ele teria feito isso, a vítima teria pegado uma garrafa de cerveja e partido para cima dele. Nesse momento então, ele disfere o tiro fatal — contou ao portal o delegado Renato Martins, responsável pelas investigações,.
Por meio de nota, a secretaria de Polícia Militar confirmou que a corregedoria da corporação instaurou um procedimento para apurar a denúncia de que o policial teria sido o autor dos disparos.
Família nega briga
Antes, a família de Ryan contestou a versão apresentada primeiro pelo advogado do estabelecimento, e agora reiterada pelo suspeito, de que o jovem teria se envolvido em uma confusão dentro da casa noturna com algumas pessoas antes do crime.
“Com relação às declarações atribuídas ao advogado do estabelecimento, cumpre esclarecer que quaisquer afirmações sobre supostas condutas da vítima, bem como sobre a dinâmica dos fatos, carecem de confirmação oficial e não podem, neste momento, ser tratadas como verdade. É absolutamente inadequado e precipitado atribuir à vítima qualquer tipo de envolvimento em ‘confusão’, sobretudo sem a devida apuração pelas autoridades competentes, o que pode gerar interpretações equivocadas e injustas, além de ferir a memória e a dignidade de Ryan Victor Araújo dos Santos”, disse a nota.
O comunicado também reforçou que “não há, até o presente momento, conclusão investigativa que sustente tais alegações, motivo pelo qual repudia qualquer tentativa de antecipação de juízo ou construção de narrativa que possa distorcer os fatos”.
— Ele confessou ter atirado. Foi resultado de uma briga generalizada no bar. A ideia dele, segundo o que costa nos autos, é que ele foi ajudar a segurança do bar a evitar essa confusão e no momento que ele teria feito isso, a vítima teria pegado uma garrafa de cerveja e partido para cima dele. Nesse momento então, ele disfere o tiro fatal — contou ao portal o delegado Renato Martins, responsável pelas investigações,.
Por meio de nota, a secretaria de Polícia Militar confirmou que a corregedoria da corporação instaurou um procedimento para apurar a denúncia de que o policial teria sido o autor dos disparos.
O que diz o restaurante
Também em nota, o advogado Gabriel Habib, que representa o Mia Lounge, afirmou que o restaurante “tem total interesse em colaborar com as investigações para tentar descobrir quem foi o autor dos disparos”:
“O que se sabe até agora, segundo testemunhas, é que autor dos disparos era um uma pessoa que estava na rua no momento da confusão. A vítima já tinha arrumado confusão dentro do restaurante com algumas pessoas. Quando os seguranças estavam conduzindo a vítima para a rua, o autor dos disparos, que estava na calçada, entrou na varanda do restaurante, próximo à calçada, efetuou o disparo e fugiu. O restaurante está buscando as imagens de câmeras para fornecer à Polícia”.



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