— Além das áreas de interdição da Defesa Civil, tem as áreas de interdição da perícia. Como o local ainda não está totalmente estabilizado, há a necessidade de uma intervenção estrutural para que os peritos possam entrar com segurança e atuar de forma mais minuciosa no local. A obra deve ser precedida de um projeto de estabilização, a ser feito por uma empresa de engenharia, cujo representante esteve presente na visita de hoje, e aprovado pela prefeitura e pela Polícia Civil, mas ainda não tem uma previsão de quando essa fase do projeto e da obra estarão concluídas — explica a delegada. — Não será uma perícia simples. O corpo de peritos contará com ao menos cinco peritos profissionais.
