Pressa: Wellington Luiz convoca reunião que pode acelerar votação “resgate” ao BRB


Imagem: Agência CLDF

 

Presidente da CLDF convoca encontro para discutir uso de imóveis públicos como garantia; oposição chama de “projeto-bomba”.

Com informações do Blog do Cafezinho

A movimentação nos bastidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal voltou a expor a disposição de votar projetos sensíveis em ritmo acelerado. O presidente da Casa, Wellington Luiz (MDB), convocou reunião para esta segunda-feira (24/02/2026), às 14h30, com deputados distritais, integrantes do Poder Executivo e representantes do Banco de Brasília (BRB).

O encontro é visto como etapa decisiva para acelerar a votação do projeto que autoriza o uso de patrimônio público como garantia para operação bilionária de recomposição do BRB. O texto, enviado na sexta-feira (20/02), prevê a utilização de 12 imóveis da Terracap como garantia para empréstimo estimado em R$ 2,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Opositores já classificam a proposta como “projeto-bomba”. Caso avance nos moldes ventilados, a medida pode gerar dívidas a serem honradas por futuras gestões, amarrando o Distrito Federal a compromissos assumidos sob forte pressão política. O risco mais sensível apontado é a possibilidade de perda de imóveis públicos oferecidos como garantia.

Deputados da base governista dão sinais de que o roteiro já estaria previamente combinado: aprovar primeiro, explicar depois. Parlamentares admitem, reservadamente, que ainda não tiveram acesso integral a estudos técnicos detalhados nem a simulações claras sobre cenários de inadimplência, impacto fiscal e consequências patrimoniais.

A pergunta que cresce fora do plenário é direta: por que tanta urgência em um tema que pode redefinir o equilíbrio financeiro do DF? Projetos que envolvem garantias imobiliárias e compromissos bilionários não costumam ser votados sob clima de urgência política — ao menos não sem amplo debate, audiências públicas e transparência total.

Se a reunião servir apenas para alinhar votos e consolidar maioria automática, a Câmara corre o risco de reforçar a imagem de subserviência ao Executivo, abrindo mão do papel de fiscalização para atuar como mera chancela de decisões previamente fechadas no Palácio. No fim, o que está em jogo não é apenas uma votação, mas a responsabilidade sobre uma conta que pode atravessar governos e recair sobre o contribuinte do Distrito Federal.

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