segundo porta-voz da PM, sargento envolvido no caso tinha função apenas ‘burocrática’ em contrato das câmeras


A porta-voz da PM, tenente-coronel Claudia Moraes, classificou como burocrática, nesta terça-feira, a função como integrante da comissão responsável por fiscalizar contratos da Polícia Militar com uma das empresas que fornecem sistemas que incluem câmeras operacionais portáteis, exercida pelo sargento Rafael Assunção Marinho, de 43 anos. Segundo ela, a nomeação servia para atender uma formalidade do contrato. Ela garantiu ainda que o policial não tinha controle sobre o funcionamento das câmeras corporais usadas pela tropa nem das imagens captadas por elas.



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