Segundo o ministro, a campanha de Renan utilizou perfis irregulares nas plataformas para fazer campanha eleitoral. Ao registrar a candidatura, o candidato informou dois perfis por meio dos quais faria campanha. Toffoli escreveu, no entanto, que o Missão só reportou a existência de 16 canais nas redes sociais doze dias após o registro da candidatura e vinha fazendo campanha também por meio deles. Isso violaria a legislação eleitoral e resoluções do tribunal, que determinam o obrigação de informar todos os perfis no momento do registro, de acordo com Toffoli.
